A Reserva Natural do Estuário do Tejo

A RNET - Reserva Natural do Estuário do Tejo adotou como símbolo o Alfaiate (Recurvirostra avosetta), por à data da sua classificação se estimar que receberia 75% da população invernante desta espécie na Europa.

A RNET, para além de acolher concentrações internacionalmente importantes de aves aquáticas, pensa-se que suporte ainda 40 a 50% da população reprodutora nacional da Águia-sapeira (Circus aeruginosus).

 

    

Aves e habitats

Algumas aves são seletivas e preferem alimentar-se, reproduzir-se ou refugiar-se em locais específicos do estuário, outras ocorrem nos vários habitats.

Na maré vazia, a zona permanentemente submersa e de menor profundidade é frequentada pelas grandes Garças em busca de pequenos peixes. Estas regressam posteriormente ao seu refúgio, o caniçal. O Marrequinho, por seu lado, prefere a vegetação do sapal para se alimentar.

     

  

Para as aves limícolas, as salinas são um dos habitats mais importantes, pois propiciam-lhes refúgio na maré-alta e alimento. No período estival (verão), estas podem mesmo abrigar os ninhos do Perna-longa e do Borrelho-de-coleira-interrompida .

A lezíria, com os seus terrenos abertos, é ótima para se observar várias espécies. Durante o inverno pode-se observar, por exemplo, o Abibe.

As lagoas constituem uma área de refúgio adicional em especial para limícolas e anatídeos. Na época de nidificação, algumas espécies como o pernilongo e a perdiz-do-mar utilizam as ilhas das lagoas para construir os seus ninhos.






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